O MIRANTE é um parceiro privilegiado do Instituto Politécnico de Castelo Branco. Embora a área de intervenção do jornal não chegue a Castelo Branco, somos verdadeiramente respeitados naquela região e o nosso trabalho é apreciado e valorizado. Assim como dantes havia concelhos do Ribatejo a reivindicarem maior atenção e presença dos nossos jornalistas, chegou a altura de sermos publicamente convidados a sairmos do Ribatejo e assumirmos uma edição para a região centro.
É interessante esta relação com as instituições que concorrem, de certo modo, com aquelas que acompanhamos de mais perto, pois é isso que nos permite uma melhor avaliação do nosso trabalho, assim como uma atitude crítica e exigente com os nossos melhores parceiros de proximidade.
Uma coisa é certa: o Instituto Politécnico de Castelo Branco tem um presidente que faz toda a diferença na dinamização da instituição de ensino superior. Os resultados da liderança de Carlos Maia falam por si mas fica aqui o registo porque é merecido.
O lançamento público do Guia Autárquico editado por O MIRANTE (ver notícia nesta edição) permitiu ouvir algumas vozes de políticos que normalmente não se encontram nos debates nem na discussão de assuntos que deveriam ser mais abrangentes e de interesse regional. O MIRANTE é reconhecidamente um elo de ligação entre todos os concelhos do Ribatejo. O nosso Poder é o da ligação com as populações e com os agentes económicos e socioculturais. Com o nosso trabalho online conseguimos hoje uma visibilidade nacional e internacional para os assuntos da região que dificilmente encontra paralelo em outras organizações. Sabemos da importância do nosso trabalho mas que ninguém nos julgue acomodados; cada vez que elegemos um analfabeto para gerir uma câmara, ou uma freguesia, damos passos atrás; cada vez que o presidente do Politécnico de Tomar, ou de Santarém, fraquejam nas suas convicções, quando as têm, as regiões ficam mais frágeis e à mercê dos decisores que mandam nos gabinetes de Lisboa; e deixamos de andar para trás para cairmos de cu.
O próximo desafio editorial de O MIRANTE é editar um Guia sobre ‘Os Decisores do Vale do Tejo’. Esperemos para ver. JAE
quinta-feira, 28 de maio de 2015
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Os dias em Coruche e as noites na Chamusca
A vila de Coruche tem um slogan que se ajusta bem à qualidade de vida que proporciona a quem lá vive. Coruche inspira. É uma escolha feliz. Um fim-de-semana por lá ao ritmo de uma empresa de organização de eventos confere um sentido à nossa vida que ultrapassa todas as contrariedades que nos deprimem neste tempo de vacas magras, violência gratuita e festejos clubisticos que fazem de nós gente do paleolítico.
Em Coruche percebemos como se investe o dinheiro em obras públicas que servem a população do concelho mas também o turismo e o desenvolvimento da região. Coruche tinha um rio sem água e de repente é o local ideal para andar de canoa e para realizar concursos mundiais de pesca. Coruche é a povoação do Ribatejo mais distanciada da auto-estrada mas é aquela onde nos sentimos mais perto das nossas origens. É incrível como os restaurantes servem bem; como as casas-de-banho públicas estão asseadas; como os espaços verdes estão cuidados, como tudo está organizado para proporcionar qualidade de vida e bem-estar a quem lá vive ou a quem visita a vila.
Vivi por lá o fim-de-semana em que na Chamusca, a minha terra de origem, a organização da Semana da Ascensão me deu música de sirenes e tambores até às seis da manhã durante uma semana. Apeteceu-me chorar de raiva por saber que numa semana em que duas dúzias de gajos se divertem até às seis da manhã, bêbados e provavelmente drogados, há centenas de pessoas a sofrerem nas suas casas por não conseguirem dormir, para não falarmos daquelas que morrem de sofrimento numa Unidade de Cuidados Continuados Integrados que fica quase ao lado do palco onde as “bestas” levam a música mais alto que Deus já elevou as mãos em defesa dos homens.
Em nome da festa e das tradições há pessoas que perdem o juízo e cagam nas autoridades? E as autoridades deixam que caguem em cima delas sabendo que alguém está a ofender os nossos mais reais e sagrados direitos que é descansar de noite porque os dias são cada vez mais um castigo?
Na semana em que Coruche mais me inspirou (conheço Coruche como conheço a Chamusca) levei com as tradições alcoólicas da Terra Branca ao ponto de me apetecer mudar de casa. Falo do assunto porque sei que sou também a voz de quem esteve perto da loucura e achou que não ia aguentar tanta noite de sofrimento. JAE
Em Coruche percebemos como se investe o dinheiro em obras públicas que servem a população do concelho mas também o turismo e o desenvolvimento da região. Coruche tinha um rio sem água e de repente é o local ideal para andar de canoa e para realizar concursos mundiais de pesca. Coruche é a povoação do Ribatejo mais distanciada da auto-estrada mas é aquela onde nos sentimos mais perto das nossas origens. É incrível como os restaurantes servem bem; como as casas-de-banho públicas estão asseadas; como os espaços verdes estão cuidados, como tudo está organizado para proporcionar qualidade de vida e bem-estar a quem lá vive ou a quem visita a vila.
Vivi por lá o fim-de-semana em que na Chamusca, a minha terra de origem, a organização da Semana da Ascensão me deu música de sirenes e tambores até às seis da manhã durante uma semana. Apeteceu-me chorar de raiva por saber que numa semana em que duas dúzias de gajos se divertem até às seis da manhã, bêbados e provavelmente drogados, há centenas de pessoas a sofrerem nas suas casas por não conseguirem dormir, para não falarmos daquelas que morrem de sofrimento numa Unidade de Cuidados Continuados Integrados que fica quase ao lado do palco onde as “bestas” levam a música mais alto que Deus já elevou as mãos em defesa dos homens.
Em nome da festa e das tradições há pessoas que perdem o juízo e cagam nas autoridades? E as autoridades deixam que caguem em cima delas sabendo que alguém está a ofender os nossos mais reais e sagrados direitos que é descansar de noite porque os dias são cada vez mais um castigo?
Na semana em que Coruche mais me inspirou (conheço Coruche como conheço a Chamusca) levei com as tradições alcoólicas da Terra Branca ao ponto de me apetecer mudar de casa. Falo do assunto porque sei que sou também a voz de quem esteve perto da loucura e achou que não ia aguentar tanta noite de sofrimento. JAE
quinta-feira, 7 de maio de 2015
Fechado para férias
Há um estabelecimento comercial no meu caminho que vai mudar de gerência. Os antigos sócios vão para a reforma que bem merecem. A loja está fechada e na porta tem um aviso a informar “fechado para férias”. Percebo a intenção. Um dia quando me reformar também vou ter essa dificuldade em assumir a derrota. Há gente reformada desde os 40 anos graças às benesses que o regime criou noutros tempos. E andam por aí na política a fingir que são da Associação 25 de Abril. Nem de propósito. Conheço bem a associação pelas almoçaradas que realiza todas as semanas e agora também pela opinião que tem de Santarém, a cidade mais triste do país, onde passa um rio que parece que foge para Lisboa.
Esta semana voltamos a passar o dia inteiro num tribunal numa sessão de um julgamento que começou e acabou no mesmo dia, coisa rara nestes tempos. Passamos muitos dias do ano em tribunal a “pagar” pelo exercício da profissão. Os leitores querem a melhor informação e a melhor informação muitas vezes tem um preço muito acima do valor de uma assinatura, ou até do valor de mil anos de assinatura; tem o valor do exercício da cidadania. É disso, muitas vezes, que vive o jornalismo.
O MIRANTE publicou na passada semana um Guia Autárquico que mostra a vitalidade do nosso projecto editorial. Falo do assunto porque as autarquias vivem momentos de grandes mudanças e é preciso estar atento à importância do Poder Local. Este Guia aproxima-nos mais dos eleitos e do seu trabalho. Mostra quem são os rostos da política de proximidade. Somos todos responsáveis por uma parte do trabalho que os nossos autarcas estão a fazer. Por isso é justo que os identifiquemos e lhes demos voz. Há muita gente na política que não presta; que se candidatou apenas a pensar nos seus interesses pessoais; mas são uma minoria.O poder local é a melhor memória do 25 de Abril de 1974. JAE
Esta semana voltamos a passar o dia inteiro num tribunal numa sessão de um julgamento que começou e acabou no mesmo dia, coisa rara nestes tempos. Passamos muitos dias do ano em tribunal a “pagar” pelo exercício da profissão. Os leitores querem a melhor informação e a melhor informação muitas vezes tem um preço muito acima do valor de uma assinatura, ou até do valor de mil anos de assinatura; tem o valor do exercício da cidadania. É disso, muitas vezes, que vive o jornalismo.
O MIRANTE publicou na passada semana um Guia Autárquico que mostra a vitalidade do nosso projecto editorial. Falo do assunto porque as autarquias vivem momentos de grandes mudanças e é preciso estar atento à importância do Poder Local. Este Guia aproxima-nos mais dos eleitos e do seu trabalho. Mostra quem são os rostos da política de proximidade. Somos todos responsáveis por uma parte do trabalho que os nossos autarcas estão a fazer. Por isso é justo que os identifiquemos e lhes demos voz. Há muita gente na política que não presta; que se candidatou apenas a pensar nos seus interesses pessoais; mas são uma minoria.O poder local é a melhor memória do 25 de Abril de 1974. JAE
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Os farsolas dos políticos
Os políticos tentaram interferir mais uma vez na direcção editorial da comunicação social em Portugal. Aproximam-se as eleições e todos querem a mesma coisa: visibilidade e tempo de antena. Um dia destes vão conseguir os seus objectivos; é mais que certo. As televisões e a maioria dos jornais de referência fazem questão de convidar políticos influentes para os seus espaços de opinião. Basta lembrar que a grande maioria dos comentadores televisivos já foram membros de governos e os actuais comentadores desempenham lugares importantes de direcção nas estruturas partidárias. Um regabofe para quem tem paciência para os ouvir ou para os ler. Eu não. Faço questão de desligar o som da televisão quando eles falam e de os ignorar nos jornais já que escrevem sempre mais do mesmo.
O lugar que o PSD deu a Sócrates como comentador da RTP, menos de dois anos depois de ter perdido as eleições, foi um dos mais descarados favores que a televisão pública fez a um ex-governante. E ninguém acredita que este convite não tenha mãozinha do PSD; ou de gente importante do PSD para sermos mais precisos.
Como é evidente os jornalistas influentes cerraram fileiras e os políticos vão deixar cair as suas boas intenções que era criarem oportunidades iguais na comunicação social para todos os candidatos. Era um caso para rir se não fosse um caso de idiotice política que um dia nos pode sair caro.
Mais uma vez O MIRANTE antecipou-se à tempestade que agora desabou sobre os meios de comunicação social. Nas últimas três campanhas eleitorais já não cumprimos os serviços mínimos para não sermos multados e levados a tribunal. Ficou, e vai continuar a ficar, mais espaço para as notícias.
Se vivêssemos num país politicamente evoluído teríamos os políticos a pedirem aos jornais mais espaço para as notícias de sociedade e de serviço público em favor dos mais desprotegidos e das instituições injustiçadas pelo regime. Como somos ainda um país de idiotas políticos temo-los aí a tentarem competir entre eles a ver quem é o mais farsola. JAE
O lugar que o PSD deu a Sócrates como comentador da RTP, menos de dois anos depois de ter perdido as eleições, foi um dos mais descarados favores que a televisão pública fez a um ex-governante. E ninguém acredita que este convite não tenha mãozinha do PSD; ou de gente importante do PSD para sermos mais precisos.
Como é evidente os jornalistas influentes cerraram fileiras e os políticos vão deixar cair as suas boas intenções que era criarem oportunidades iguais na comunicação social para todos os candidatos. Era um caso para rir se não fosse um caso de idiotice política que um dia nos pode sair caro.
Mais uma vez O MIRANTE antecipou-se à tempestade que agora desabou sobre os meios de comunicação social. Nas últimas três campanhas eleitorais já não cumprimos os serviços mínimos para não sermos multados e levados a tribunal. Ficou, e vai continuar a ficar, mais espaço para as notícias.
Se vivêssemos num país politicamente evoluído teríamos os políticos a pedirem aos jornais mais espaço para as notícias de sociedade e de serviço público em favor dos mais desprotegidos e das instituições injustiçadas pelo regime. Como somos ainda um país de idiotas políticos temo-los aí a tentarem competir entre eles a ver quem é o mais farsola. JAE
quinta-feira, 23 de abril de 2015
Joaquim Rodrigues Bicho
Morreu o Senhor Joaquim Rodrigues Bicho um dos homem mais importantes do concelho de Torres Novas. É um dos que vai ficar na História do concelho e da região; não por ter sido político mas por ter exercido a cidadania. Já contei neste jornal como o conheci há quase 30 anos quando visitei a redacção de O ALMONDA e vi fechar uma edição. Não me escondeu nada do seu trabalho e das suas opções editoriais. Fui lá para aprender como se fechava a edição de um jornal e trouxe a lição bem dada. Ninguém me conhecia o suficiente para confiarem tanto em mim. A verdade é que o Senhor Joaquim Bicho abriu o livro como se eu fosse da família. Nessa tarde ouvi conversas que ainda hoje me responsabilizam porque não correspondem nada à minha maneira de pensar e de estar neste cargo de dirigir um jornal. Tudo o que vi e ouvi foi de boca calada, respeitando a diferença e, acima de tudo, tentando merecer a oportunidade de ser testemunha.
Fui seu fiel leitor nas páginas de O ALMONDA e considero as suas crónicas verdadeiras lições de vida. Sempre muito bem escritas e com mensagens de pessoa sábia. Muitos dos seus escritos deveriam ser obrigatórios nas escolas do concelho de Torres Novas. Assim seria mais fácil ensinar as crianças a gostarem da sua terra, da sua região e do seu país. JAE
Fui seu fiel leitor nas páginas de O ALMONDA e considero as suas crónicas verdadeiras lições de vida. Sempre muito bem escritas e com mensagens de pessoa sábia. Muitos dos seus escritos deveriam ser obrigatórios nas escolas do concelho de Torres Novas. Assim seria mais fácil ensinar as crianças a gostarem da sua terra, da sua região e do seu país. JAE
quinta-feira, 16 de abril de 2015
Quem são os presidentes das juntas de freguesia?
Na passada terça-feira a bola dos miúdos que jogavam no recreio da escola veio bater no vidro do meu carro e por pouco não me despistava. Como percebi que a bola tinha ficado debaixo do carro parei e fui devolvê-la com um longo lançamento por cima das redes.
Demorei alguns segundos a decidir se devia parar o carro, sair e devolver a bola. Depois de fazer o lançamento reparei que havia pelo menos uma pessoa disponível para fazer o que eu fiz. Fiquei ainda mais contente comigo próprio. Lembro-me de outros tempos, no mesmo local, em que eu era a criança e como não havia redes, e os muros eram baixos, bola na estrada era bola perdida ou ralhete pela certa.
Os tempos mudaram para melhor. Estamos mais civilizados. E as crianças da escola também já não ficam debaixo dos carros por andarem a correr atrás da bola. Mas nada é perfeito nem devemos dormir na forma. Esta semana O MIRANTE conta a triste história dos jardins infantis de Vila Franca de Xira que estão ao abandono por incúria das juntas de freguesia. Não havendo terrenos baldios como dantes, nem segurança nas ruas como antigamente, os parques são o mínimo que as autarquias devem oferecer às crianças da terra. Mais de uma centena de parques infantis sem manutenção, a maioria deles fechados, é desmazelo e falta de respeito pelas crianças e pelo bem-estar das populações. JAE
Demorei alguns segundos a decidir se devia parar o carro, sair e devolver a bola. Depois de fazer o lançamento reparei que havia pelo menos uma pessoa disponível para fazer o que eu fiz. Fiquei ainda mais contente comigo próprio. Lembro-me de outros tempos, no mesmo local, em que eu era a criança e como não havia redes, e os muros eram baixos, bola na estrada era bola perdida ou ralhete pela certa.
Os tempos mudaram para melhor. Estamos mais civilizados. E as crianças da escola também já não ficam debaixo dos carros por andarem a correr atrás da bola. Mas nada é perfeito nem devemos dormir na forma. Esta semana O MIRANTE conta a triste história dos jardins infantis de Vila Franca de Xira que estão ao abandono por incúria das juntas de freguesia. Não havendo terrenos baldios como dantes, nem segurança nas ruas como antigamente, os parques são o mínimo que as autarquias devem oferecer às crianças da terra. Mais de uma centena de parques infantis sem manutenção, a maioria deles fechados, é desmazelo e falta de respeito pelas crianças e pelo bem-estar das populações. JAE
quinta-feira, 9 de abril de 2015
Uma engenhoca mata peixes
A água do Rio Tejo em Abrantes chega ao açude da cor do petróleo e depois do açude vai deixando ao longo das margens uma espuma que é um verdadeiro bilhete de identidade da poluição com nome e rosto.
Nestes últimos dias fui três vezes ao açude e pude confirmar aquilo que sempre foi a voz do povo: aquela obra foi a maior avaria do ex-presidente da câmara, Nelson Carvalho, e talvez a maior trapalhada da sua gestão, descontando o negócio ruinoso que ele apadrinhou entre Alexandre Alves e o município.
Depois do que aconteceu aos peixes na última sexta-feira a Câmara Municipal de Abrantes tem que arranjar rapidamente uma solução para o açude. A autarquia não pode fazer do açude uma máquina de matar peixes. O que se passou nos últimos dias é mau demais para ser verdade e deixa-nos tristes e revoltados. Aquela engenhoca tipo mamarracho do “passa peixe” não funciona, nunca funcionou nem vai funcionar. O que vi e ouvi contar aos pescadores deve passar de boca em boca para que não se volte a repetir; de nada serve a GNR mandar afastar os mirones e mandar apagar fotos de jornalistas-cidadãos; e os responsáveis da autarquia e da protecção civil não ficam bem na fotografia ao tentarem esconder o sol com uma peneira. Está à vista de todos que os equipamentos do açude não têm manutenção e que o rio foi tomado de assalto pelo betão. JAE
Nestes últimos dias fui três vezes ao açude e pude confirmar aquilo que sempre foi a voz do povo: aquela obra foi a maior avaria do ex-presidente da câmara, Nelson Carvalho, e talvez a maior trapalhada da sua gestão, descontando o negócio ruinoso que ele apadrinhou entre Alexandre Alves e o município.
Depois do que aconteceu aos peixes na última sexta-feira a Câmara Municipal de Abrantes tem que arranjar rapidamente uma solução para o açude. A autarquia não pode fazer do açude uma máquina de matar peixes. O que se passou nos últimos dias é mau demais para ser verdade e deixa-nos tristes e revoltados. Aquela engenhoca tipo mamarracho do “passa peixe” não funciona, nunca funcionou nem vai funcionar. O que vi e ouvi contar aos pescadores deve passar de boca em boca para que não se volte a repetir; de nada serve a GNR mandar afastar os mirones e mandar apagar fotos de jornalistas-cidadãos; e os responsáveis da autarquia e da protecção civil não ficam bem na fotografia ao tentarem esconder o sol com uma peneira. Está à vista de todos que os equipamentos do açude não têm manutenção e que o rio foi tomado de assalto pelo betão. JAE
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